FAQ

Perguntas frequentes

  1. Quando começam as vendas do Livro?
  2. Quais são os pontos de venda?
  3. Haverá lançamentos?
  4. O que te inspirou a escrever DT?
  5. Quanto tempo você levou para escrever o primeiro livro?
  6. O que é o “Resenhando com Tibico”? De onde surgiu a ideia?
  7. Em quem você se inspirou para criar o Tibico?
  8. Qual é a sua personagem favorita?
  9. Quanto aos “ships”, para quem você torce?
  10. Despertar é continuação do Sinfonia?
  11. O que são “livros especiais/de meio”?
  12. Quando você vai postar Katzen ou o Despertar?
  13. O narrador é como se fosse você?
  14. Com quem o Dan tem mais química?
  15. Que novidades, que possam ser contadas, tem o Despertar? E Katzen?
  16. A Naty é vidente, mas por que esse lado dela não é tão abordado no Sinfonia?
  17. Você tem bloqueio na sua vida? O que você faz quando não consegue escrever?
  18. Você escreve ouvindo música? Quais as músicas que você está mais ouvindo pra escrever ultimamente?
  19. Vocês têm tumblr?

1. Quando começam as vendas do Livro Sinfonia?
Já começaram. Para quem perdeu os eventos de SP e RJ, há a opção de compra virtual aqui mesmo pelo site. Basta clicar em comprar para poder adquirir o seu Sinfonia, já com frete e registro inclusos no preço para todo o Brasil.  Tem alguma dúvida? Entre em Contato.


2. Quais são os pontos de venda?
Devido a divergências quanto ao preço final do exemplar, eu decidi rescindir contrato com a Livraria Cultura e a rede Gato Sabido para poder negociar eu mesma com as gráficas. Diante disso, todos os Sinfonias (impressos), até então, serão autografados/dedicados e terão como ponto de venda exclusivo o site marcelecambeses.com.br. Pretendemos, futuramente, produzir a versão e-book da obra para comercializar pela Amazon, mas ainda é apenas um anseio.


3. Haverá eventos de lançamentos?
Sim. As compras presenciais serão restritas, até então, aos eventos de lançamento do RJ, ocorrido em 5/10/13 , e de São Paulo, que foi em 20/10/13. Não quer ficar de fora, caso surja algum novo? Entre em contato e curta a fanpage oficial da Saga no facebook para ficar sabendo. Obs: podem seguir também o meu twitter pessoal e me adicionar no facebook, se quiserem.


4. O que te inspirou a escrever DT?
Quando eu tinha 15 anos, escrevi um pequeno texto teatral. Depois dele, uma amiga minha, Naira Novelli, sugeriu que eu criasse outra história e, no caminho do curso de inglês até em casa, decidimos que seria legal contar a rotina de uma vidente caloura numa universidade afastada do Centro. Comecei… Acho que os 15 anos ainda não haviam me dado disciplina, todavia, porque me desinteressei logo na primeira página e abandonei a ideia, após dar ao texto um nome qualquer: Destino Trocado. Em 2008, adiante, prestei vestibular para Direito; o que é tudo menos agradável ou fácil. Comecei a entrar em uma quase que implosão e, por acidente, acabei achando o documento do projeto e fiz dele o sustento do meu emocional tão desgastado pelas maratonas insanas de estudo. Assim, conforme algumas amigas também vestibulandas iam lendo e agradecendo a distração que o DT proporcionava a todas elas, nós nos aproximamos e apoiamos mutuamente, aprendendo não só uma lição de amizade como também de determinação; o livro era a imagem de tudo aquilo que lutávamos para ser: universitárias. Como eu sempre digo, essa vagabundagem literária foi o meu surto e o meu juízo numa época tão difícil (risos)…


5. Quanto tempo você levou para escrever o primeiro livro?
Levei sete meses para escrever a primeira versão do Sinfonia (durante o vestibular) e alguns anos para transformar em algo aceitável. Sim, a pressa é inimiga da perfeição e só culmina em revisão!


6. O que é o “Resenhando com Tibico”? De onde surgiu a ideia?
Em primeiro lugar, Tibico Antunes é uma das personagens da Saga mais queridas entre os DeTonas (nome dado ao meu grupo de leitores). Isso porque ele é nada mais nada menos do que um negro oriental, homossexual e completamente imprevisível. Por ser, com toda a certeza, uma das minhas criações mais cômicas, decidi tentar inovar nas resenhas: foi daí que surgiu o “Resenhando com Tibico”, um projeto ainda em teste. Em resumo, a intenção é ler os livros e, na hora da resenha, escrever como se fosse o Tibico (prevejo puro glitter! – risos). Cada uma delas seria avaliada por critérios padronizados como enredo, diagramação, acabamento, personagens, por aí vai. E, além disso, cumularia notas positivas e negativas cujas categorias foram nomeadas com base em dois dos bordões do Tibi: os pontos positivos iriam de 1 a 5 e seriam conhecidos como “desbundes” (do bordão dele “ui ui ui, que desbunde!”) e os negativos, por sua vez, também iriam de 1 a 5 e seriam os “protestos” (graças à mania dele de, como jurista, sair gritando “protesto” por qualquer coisa). Espero que gostem e que dê tudo certo. Caso não, ainda contaremos com as resenhas convencionais feitas por mim como eu mesma- risos. Obs: as resenhas submetidas a tal projeto terão a identificação feita no título, não se preocupem.


7. Em quem você se inspirou para criar o Tibico?
Ninguém em especial foi usado para criar as minhas personagens; nem no físico, nem no emocional. Elas surgiram sozinhas.  Todos eles quase têm vida própria. Quando escrevo, traço uma linha de enredo que deveria ser seguida. Entretanto, em prática, sinto a cena e a personalidade de cada um antes de “reagir” ao fatos criados (o que me faz, muitas vezes, ir pelo caminho contrário). O Dan mesmo, que era para ter sido o amigo palhacinho na sombra da Naty, cresceu tanto sozinho pelo jeitinho dele de ser que roubou o livro para ele e virou um dos protagonistas.


8. Qual é a sua personagem favorita?
Amo todas as minhas personagens, claro, até os figurantes mais dispensáveis. Todavia, não vou dar uma de mãe e dizer que amo todas igualmente, pois não é verdade. Muitos já sabem que, antes, o Daniel era soberano como o meu favorito; eu era/sou a “Danete” mor. No entanto, também seria uma imensa mentira dizer que outras criações (como o narrador oculto s2, a Babi, o Alex, a Mika, o Maumau, o Edu, o Nando, o Tibi divo, a Naty, o Rodrigo e até mais alguns ainda não apresentados) não ocupam um espaço igualmente importante no meu coração. Fui contraditória na resposta, né? É que vivo redescobrindo as minhas criações e a mim mesma enquanto escrevo. Faz parte… Por enquanto, amo a maioria dos “centrais” e corto um tiquinho pro lado do Danlicia e do narrador; é isso! Eu acho…


9. Quanto aos “ships”, para quem você torce?
Eu torço para o enredo, é óbvio (risos)! A trama de DT vai muito além do típico “quem fica com quem”, já que, particularmente, eu considero que focar apenas nisto é escrever uma história pobre de valores e conteúdo. Só mantenho o mistério sobre o fim dos “ships” porque, claro, faz parte e aguça a curiosidade do leitor; é uma estratégia. Enfim, recomendo que se leia a saga inteira, pois a trama dela foi idealizada para oferecer muito mais do que o que chegou a ser apresentado; tipo o lado sobrenatural marcante. Quando pensarem que são os casaizinhos que fazem a saga, lembrem-se do meu ditado: no DT, não importa o quê, e sim o como e o porquê.


10. Despertar é continuação do Sinfonia?
Sim. Para mais informações como essa, clique em Saga DT.


11. O que são “livros especiais/de meio”?
Katzen e A Herdeira de Saint-Clair (os meus especiais) são livros de meio, de trama relativamente independente. Idealizados para serem publicados entre os exemplares regulares (de enredo dependente e sequencial), os especiais apresentam histórias complementares à central, são um tipo de spin-off, como chamam. Geralmente, narram com mais detalhes algum passado importante de dada personagem, que não caberia nos livros normais. Enfim… Recomendo que leiam, pois eu coloco pistas de alguns mistérios da Série neles. Um bom exemplo da peculiaridade dos especiais, a propósito, é o fato de o Narrador não ser progressivo em um deles, e sim tradicional (na medida do possível para essa criatura louca).


12. Quando você vai postar Katzen ou o Despertar?
Ainda não sei porque, no momento, estou focada nos meus estudos para conseguir me tornar independente. Fique de olho nas minhas redes sociais, pois avisarei nelas quando tiver qualquer novidade.


13. O narrador é como se fosse você?
Claro que não! Não haveria muito sentido em ocultar o “senhor do fato” e criar todo um mistério em torno dele se, no fim, fosse eu como eu mesma, não? Até porque o pobre é um homem. Na realidade, a narração da DT é marcada por uma novidade bem insana em questão de escrita. Não, DT não é um texto teatral ou roteiro, como muitos pensam. Também não tem uma narrativa convencional. Acontece que eu criei um narrador em escala evolutiva, ou seja, ele começa na quase nulidade do texto teatral (para que não seja notada a sua presença e o foco fique nos diálogos; demais motivos ainda escusos). No decorrer da Série, ele vai evoluindo em termos de intervenção e subjetividade (chega até a falar com o leitor, opinar sobre a trama e os personagens…) até alcançar a narração em primeira pessoa para se revelar e contar a sua própria história. A cadeia evolutiva é feita de forma lenta e muito sutil para que o leitor tenha tempo de se adaptar à estrutura e até mesmo forme uma opinião sólida o suficiente para muitas vezes refutar esse orador oculto que vai ganhando espaço. Quero leitores críticos e pensantes, não meros recipientes do que expõe o meu narrador. Afinal, aprendizado é uma troca, e isto só vem mediante contestação. Enfim, o narrador é um personagem, sim, e ele pode ser qualquer um, incluindo “carne nova”; fique atento. Será que ele vai te enganar até a revelação no livro quatro? Boa sorte! Para saber mais, clique em Saga DT e leia a parte sobre o “Narrador Progressivo”.


14. Com quem o Dan tem mais química?
Para quem é novo aqui, vou esclarecer que a pergunta é frequente pelo fato de o Dan ser muito querido entre os leitores e igualmente confuso quando se trata de amor. Bom… Depende. O Dan, como toda “pessoa”, tem vários lados. O lado palhacinho, cheio de criatividade e ideias de jerico, combina com a Babi. O lado maduro, responsável, mais homem, combina com a seriedade da Ana Ju (assim como a veia musical). A parte atenciosa é complementar à carência da Michele; eles são complementares em si, aliás. Mundos diferentes, visões diferentes e, por isso, ensinam muito um ao outro. São quase um A Dama e o Vagabundo em dado momento do livro. A despeito disso, num todo, (e mesmo sem ser DyN/Danty; já disse que torço para o enredo), eu diria que a maior química dele é com a Naty mesmo. Segundo o público, eles são perfeitos juntos até quando fazem tudo errado. Fazer o quê? O amor é feito de atração, cumplicidade, amizade e confiança. Se você se sente atraída pelo seu melhor amigo, logo, o homem mais próximo de você, tem como negar que poderia sair disso um casal em potencial? Eles fazem de tudo um pelo outro e se parecem (às vezes se contrapõem, vai entender…). Não sei o que eu fiz, mas Dan e Naty vão além da química; para as leitoras, são quase uma macumba! Vou ali me benzer…


15. Que novidades, que possam ser contadas, tem o Despertar? E Katzen?
Despertar começa no mesmo dia em que termina o texto do Sinfonia. Não tinha como fazer diferente porque o enredo acabou mais do que tenso. Como novidade, temos uma penca de personagens novas. Grande parte da trama, acho que a maior parte, ocorre nas férias e com cenários diversos: Rio de Janeiro (Tijuca, Flamengo, Copacabana…), Santa Catarina, Cabo Frio, Ilha Grande e demais ambientes novos. O narrador está tomando o controle e brilhando nos holofotes com o seu jeito ácido/ irônico/ engraçado / filosófico. O grupo fica disperso pelos cenários em sub-grupos muitas vezes e o lado sobrenatural aflora desde o capítulo 1. Katzen, por sua vez, é o que eu chamo de livro.zip ou .rar porque ele acontece dentro do Despertar, apesar de ser idealizado para lançar primeiro. Acontece que, em dado momento do Livro 2, devido a fatos não divulgados, a Naty acaba parando para refletir sobre o próprio passado e sobre o seu ex-namorado, o Maurício. Como não havia maneiras de eu contar decentemente essa trajetória sem ser em uma compilação à parte, Katzen foi criado para tal. Agora, por que eu quero que vocês conheçam o Maumau mais a fundo tanto assim? Veremos…


16. A Naty é vidente, mas por que esse lado dela não é tão abordado no Sinfonia?
Cada livro tem um tema. O do Sinfonia, além de ser uma imensa apresentação da minha “galera”, é o amor. Não me interessava, por ora, o sobrenatural da Naty, nem que ela soubesse muito das coisas. A vertente “metafísica”, do Além, da série também é algo que entra aos poucos e com sutileza; até para a própria Nathália, com o tempo, ir se descobrindo e adaptando aos seus dons na história sem surtar (se fosse brusco e ela não surtasse, seria muito inverossímil, fato). Com um enredo “saladão”, é preciso ir aos poucos e equilibrar, ou um certo gênero vai acabar aparecendo demais e sufocando, irremediavelmente, os outros. Prever o futuro com certeza não é o fundamental do dom da Naty, tenham plena convicção disto. Existe todo um mistério que, aos poucos, será revelado. Um vidente é realmente apenas aquele que prevê o futuro e mais nada? Fica a dica.


17. Você tem bloqueio na sua vida? O que você faz quando não consegue escrever?
Tenho, claro. Eu ouço música e tento escrever um pouquinho por dia (nem que seja uma mísera linha) para, gradualmente, ir retomando a sintonia com a história. Nem sempre funciona, mas ajuda bastante.


18. Você escreve ouvindo música? Quais as músicas que você está mais ouvindo pra escrever ultimamente?
Costumo ouvir música sempre para me inspirar. Na hora de escrever mesmo, entretanto, ou deixo bem baixinha ou desligo tudo; preciso ouvir os meus pensamentos! Quanto à minha playlist, ela é divulgada nos meus livros na forma de “sugestões musicais”. Só no Sinfonia tem mais de 120, creio. Divirtam-se conhecendo novas bandas. Yay!


19. Vocês têm tumblr?

Sim. O tumblr da Saga é administrado por duas leitoras minhas, não por mim. Para seguir, o endereço é http://destinotrocado.tumblr.com. Reblogue os seus posts favoritos e nos ajude na divulgação dos livros como puder.