Pegue a Pipoca #1: The Vampire Diaries 5×11 – 500 Years of Solitude

[Pode conter spoilers. E vai.]

Para inaugurar esse quadro lindo em que serão comentadas séries, episódios de séries e filmes, nada mais especial do que usar o 100º episódio da série sobrenatural The Vampire Diaries, que saiu dia 23/01 deste mesmo ano em que estamos. Com um número tão importante, é de se esperar que haja surpresas, momentos impactantes e todas aquelas coisas que já vínhamos aguardando há um bom tempo. Mas isso tudo não necessariamente significa que será um episódio incrível… E se essa resenha sair uma bagunça, vamos concordar que “500 Years of Solitude” não foi dos menos confusos.

Bem, retomamos o breve hiatus de volta do ponto onde a série parara: Delena acabara de se separar (em uma decisão do Damon que gostei e desgostei, voltarei a isso depois) e Katherine sofrera um ataque cardíaco enquanto falava no telefone com sua filhota, Nadia, depois de decidir que quer, sim, viver.

500 Years of Solitude

Galerinha da paz celebrando a morte da amada Katherine Pierce.

Agora, nesse centésimo episódio, a ex-vampira já está basicamente com o atestado de óbito assinado: ela tem no máximo um dia de vida. E, é claro, os adoráveis mocinhos da série comemoram seu estado moribundo, crentes que estão se livrando da pessoa mais fdp que já conheceram. Nada desrespeitoso, não? Mas sua filha não quer perdê-la e tem outros planos, que envolvem sequestrar o humano Matt, enterrá-lo no cofre que o Stefan tanto sente falta (e sdds Silas) e usar os doppelgängers como uma moeda de troca para conseguir a ajuda de um viajante, para que enfim consiga concretizar seu plano. Enquanto todo mundo está tentando encontrar Matt (menos Elena e Stefan, que foram com Nadia, como os bons protagonistas altruístas que são, sem saber que ela está para levá-los a uma armadilha), Damon está provando por que a hipócrita da Caroline ainda é team Stelena ao fazer sua parte na trama: ser um vampiro gostoso, porém babaca que tripudia da quase morta em uma de suas memórias mais sofríveis e causando alucinações nela. Adorável. Continue lendo…

Verena Belfort, Beta-reader oficial da Saga Destino Trocado, "deusa serrana" e idealizadora de um zilhão de projetos literários que me tornarão a escritora amadora mais atarefada no futuro. E sim, essa bio é uma linda piada.

Resenha de Filme: Frozen – Uma Aventura Congelante

frozeniLançamento : 3 de janeiro de 2014

Duração: 102min

Dirigido por: Chris Buck, Jennifer Lee

Com: Kristen Bell e Idina Menzel (vozes originais); e Fábio Porchat (dublagem brasileira)

Gênero: Animação, Aventura

Sinopse: A destemida e otimista Anna se junta ao rude homem das montanhas Kristoff e a sua leal rena Sven em uma jornada épica, enfrentando condições iguais às do Everest, criaturas místicas e um engraçado boneco de neve chamado Olaf em uma corrida para encontrar Elsa, a irmã de Anna, cujos poderes congelantes prenderam o reino de Arendelle em um inverno eterno.

Avaliação: Filmes da Disney me cativam. Primeiro porque amo desenhos. Segundo porque é a Disney. Haha Portanto, quando Frozen surgiu, já com o falatório sobre bater recordes de bilheteria que desde O Rei Leão não eram superados (o que não é pouca coisa), ser a reviravolta da Disney depois de tantos fracassos e ainda baseado em um conto de Hans Christian Andersen (mesmo autor de O Patinho Feio, A Pequena Sereia e O Soldadinho de Chumbo) me senti desesperada para ver.

E foi assim que conheci Elsa e Anna.

Elsa é uma garota especial. Não apenas ela é a princesa de Arendelle, como também é dona de uma capacidade incrível – a de criar gelo a partir do nada e moldá-lo à sua vontade. Ela e sua irmã Anna gostam de escapulir à noite para brincar com a magia da mais velha e se divertir com escorregas e bonecos de neve. Entretanto, um deslize de Elsa deixa a mais nova em perigo, e seus pais, temendo pela grandiosidade do poder que a filha tem em mãos, afastam todos do castelo e mantêm a princesa trancada em seu quarto, distanciada até mesmo da irmã que tanto ama. E, assim, os anos se passam, fazendo crescer uma Anna solitária e ávida por conhecer o mundo e um grande amor que a tire da dor que é viver trancafiada em um castelo; e uma Elsa dominada pelo gelo e pela frieza de viver entre quatro paredes, uma jovem aterrorizada pelo medo de machucar alguém, garantindo a perpetuação do descontrole de sua mágica.

Continue lendo…

Clara Alves, Sou daquelas pessoas esquisitas que estão satisfeitas com vários aspectos de si mesmas, mas adoram reclamar da vida. Aspirante a jornalista e escritora amadora, tenho apenas uma real paixão na vida: a literatura. Mesmo com apenas 19 anos, critico até por um fiapo na camisa, mas estou sempre aberta a novas opiniões e bons debates. Posto minhas baboseiras no @marys_alves.